01 junho 2011

Escolhas...

Mesmo cansado acabou se descobrindo afinado. Apagando seus rastros e toda bagunça no passado escolheu não ter mais que escolher, e se cada fato lhe viesse como um fardo então ele o olharia com o direito de querer ou não querer, passaria a esquecer..


3 comentários:

  1. Esse poema é inteligente. Gostei e fiquei. Yayá.

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  2. Somos eternos nômades em nossas escolhas...Palmas!

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